A minha família me chama de Duda graças ao meu irmão materno que, quando eu ainda estava na barriga da minha mãe, me chamava de Dudinha, por isso minha família e todos os moradores do meu bairro me chamam de Duda. Já os meus amigos me chama de Bruxa pois eu sou uma Bruxinha mesmo. Porém sou boazinha, não faço feitiços com aranhas nem asas de morcego, o que ocorre é que eu sou intuitiva demais, por isso este apelido. Agora, aqueles que não tem muita intimidade comigo me chamam no máximo de Kathy, porém meu nome é Katherine, mesmo. Hoje em dia eu já não fico nervosa quando me chamam de Catarina, Catarine, Carina ou algo do tipo, afinal, meu nome não é comum e tenho noção disso, quem não tinha essa noção foi meu pai que escolheu um nome inglês na hora de registrar uma brasileira neta de italianos, africanos e espanhóis, vai entender!
Penso que em algum momento, talvez pelo final do século XVI, tenha sido queimada viva num local cheio de baratas, porém morri asfixiada com a fumaça antes que o fogo consumisse minha pele. Se isso não for verdade pelo menos é uma boa desculpa pro meu medo de baratas, pelo asco do calor e pela bronquite asmática.
Escrevo alguns textos e tenho dois livros escritos, porém publicá-los está sendo uma tarefa árdua. Na faculdade me dediquei mais às matérias do trabalho com o audiovisual, e portanto meu maior sonho é trabalhar como escritora, roteirista e diretora de filmes.
“Não existem sonhos impossíveis de realizar, existem pessoas que são incapazes de realizar seus sonhos.”